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sábado, 6 de agosto de 2011

Marketing Internacional

Até a década de 1950, nossa pauta de exportações compreendia, entre outros, açúcar, café, mineração, fumo, madeira. A indústria era protegida, estimulada e financiada para “substituir importações” e vivia do mercado interno. Por esse motivo, a produção era baixa, os custos eram altos e não havia condições de competir nos mercados internacionais. Ao final daquela década, começaram os movimentos, na área industrial, direcionados a mercados externos. Sem experiência, sem conceito, sem tradição e com marcas desconhecidas, a indústria enfrentou fornecedores tradicionais muito bem situados e que dominavam os mercados, bem como as rotas de navegação. O surgimento da ALALC foi um grande impulso. Criar marcas fortes e competitivas em outros países requer muito preparo dos operadores, conhecimento de marketing internacional, das leis, dos acordos.

Decorrido todo esse tempo, hoje já temos conceito, marcas fortes e desejadas pelos consumidores de muitos países.

Sempre existem muitos entraves a serem superados pelos exportadores. Sempre há países criando barreiras cambiais às importações; crises financeiras como as que atingem Europa, Estados Unidos e Japão; convulsões políticas e sociais como no oriente médio e partes da África; e competidores super agressivos como China e Coréia que oferecem produtos a preços imbatíveis (até 70% a 90% mais baixos que os nossos), o que ocasiona três efeitos:

· Invasão de produtos estrangeiros, especialmente os chineses;

· Perda de espaço das indústrias locais, como é o caso de calçados, têxteis, entre outros;

· Desindustrialização

A tudo isso se somam nossos inimigos internos, como estradas com pouca manutenção; ferrovias insuficientes; portos e acessos inadequados a eles; aeroportos não preparados para operar cargas nacionais e internacionais; ruas urbanas que dificultam o trânsito de caminhões. A consequência desse quadro é a dificuldade de movimentação de matérias primas e produtos acabados, o que torna nossos produtos caros e de circulação lenta no mundo. Temos também impostos, juros e encargos trabalhistas entre os mais altos do planeta, além de uma educação deficiente.

Isso significa que o Brasil - em termos de Comércio Internacional – é o maior inimigo dele mesmo, ou seja, o grande inimigo está em casa, o que exige de todas as empresas uma altíssima capacidade de gestão, uma produtividade elevada, da empresa como um todo e do marketing em particular, pois uma ótima equipe de marketing é fundamental para competir. Ainda assim, o Brasil é e será um competidor cada vez mais importante nos mercados internacionais.

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